Mitos e verdades sobre o consumo de energia do ar-condicionado – parte 1

Por Ambiente em 9 de novembro de 2017

Mocinho ou vilão? Alívio nos dias de calor ou responsável pelo grande gasto de energia elétrica? Há diversas formas de analisar o uso do ar-condicionado, o que leva a diversos questionamentos, que podem ser tanto mitos quanto verdades.

Confira diversas situações que separamos em relação a este tema e descubra se os enunciados são verdadeiros ou não:

Ligar e desligar o ar-condicionado reduz o consumo de energia?

Mito. Quando você vai se ausentar do cômodo onde o ar-condicionado está ligado, mas não vai demorar muito, a opção mais econômica é simplesmente deixá-lo ligado. Ligar e desligar o aparelho com frequência aumenta o gasto de energia devido aos picos de consumo.

Além disso, existem modelos hoje em dia capazes de reconhecer que não há ninguém no ambiente e reduzir a potência durante o período sem ninguém.

Ar-condicionado causa alergias e gripes?

Mito. O que pode causar mal-estar é a mudança brusca de temperaturas. Por exemplo, se está 35 graus lá fora e o ar-condicionado do escritório está marcando 18 graus, as pessoas sentiram um choque muito grande ao sair ou entrar no local.

Outro ponto a ser observado é a manutenção do filtro, cuja falta pode desencadear crises alérgicas. Nesse caso, basta realizar a limpeza frequente e eficiente para evitar problemas.

Quanto mais potente o aparelho, mais energia é consumida

Verdade. A relação é direta: um aparelho com 18.000 BTUs consome mais energia do que um de 12.000 BTUs, por exemplo. No entanto, vale uma ressalva: jamais utilize um equipamento com potência menor do que o indicado para o ambiente, pois isso aumenta muito o consumo de energia. E é por isso que o dimensionamento correto é tão importante.

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